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domingo, 5 de junho de 2011

Domingo

Foi um Domingo muito preenchido.
Desde o Crisma do meu irmão, ao almoço em família, passando pelo aniversário da minha Mãe, e ao final do dia ir trabalhar.
Vou confessar uma coisa  mas não sejam muito maus para mim, está bem?
Não fui votar. Não tive tempo. Em 6 anos que posso votar, fui votar sempre, mas desta vez não consegui.
Hoje contribuí para os 41% da abstenção.
Shame on us, gente, shame on us.

quinta-feira, 19 de maio de 2011

Que bom

Estar ao ar livre, com um sol maravilhoso, deitada numa espreguiçadeira, de papo para o ar a ver a minha serie do momento.
Rica vida.


Só é pena agora ter que ir trabalhar. 

quinta-feira, 10 de março de 2011

Mundinho Particular

Eu costumava ser uma menina toda para dentro, solitária e sonhadora. O meu mundinho interior era imenso, cheio de cores e nuvens fofinhas, ali podia e acontecia tudo. Sempre foi uma coisa minha, criar mundos onde ninguém mais podia entrar e que só eu compreendia.
Desde muito menina que sempre procurava estar mais comigo do que com os outros. Isso não era mais que uma resposta à minha timidez e insegurança. Eu, que me via tão insignificante diante do mundo, não conseguia compreender que os outros, cheios de qualidades viessem um dia a olhar para mim. Mas isso foi mudando, aos poucos e com o tempo.
Embora fruto da minha insegurança e relativa incapacidade de interagir com o mundo real, os mundos que eu criava eram infinitos.
Neles, aprendi a sonhar a realidade e viver dos sonhos. Aprendi a abrir os braços, a confiar no vento, deixar que as palavras e as atitudes me revelem. Nem sempre, porque também é preciso saber esconder-se no mundo real, mas de vez em quando e sempre que não me magoem, pelo menos não muito, porque eu ainda me sinto capaz de suportar alguma coisa. Ali, aprendi a deixar que o tempo passe, a arregaçar as mangas, e mudar o rumo das coisas uma vez ou outra.
A verdade é que a menina que eu um dia fui e os mundos que eu criava para mim nunca se tornaram totalmente passado. Uma parte deles, talvez, mas não a essência.
Essência, essa, que me ensinou que é preciso ver muito mais além do que os olhos conseguem.

quinta-feira, 3 de março de 2011

Se há uma coisa que me tira do sério são pessoas que não sabem do que falam.
Querem discutir, argumentar, trocar ideias, tudo bem, é sempre interessante falar com pessoas inteligentes, com gente que pensa.
Mas há coisas que só podemos falar quando realmente conhecemos. Quando estamos do lado de dentro, quando já sentimos na pele.
Nem tudo na vida dá para especular, teorizar. Há coisas que só depois de termos passado por elas é que sabemos como são.