Ganhou o tapete. Perdeu o joelho.
Agora é isto:
Dispogel, desde que resulte.
"A vantagem de ter péssima memória é divertir-se muitas vezes com as mesmas coisas boas como se fosse a primeira vez" - Friedrich Nietzsche
Mostrar mensagens com a etiqueta desastrada. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta desastrada. Mostrar todas as mensagens
terça-feira, 29 de junho de 2010
terça-feira, 8 de junho de 2010
Três e meio
É o número de auscultadores que eu já estraguei a ouvir música no meu MP3. Hoje dei cabo de mais um, agora só funciona um lado. E eu não gosto nada de ouvir música só com um auscultador.
É nestas alturas em que me dou por contente por não ter um iPod.
O meu lindo MP3. É de guerra, 4 anos e ainda está aí para as curvas (tirando os auscultadores). É pequenino e é por isso que gosto dele, os MP4 nunca me convenceram.
É nestas alturas em que me dou por contente por não ter um iPod.
O meu lindo MP3. É de guerra, 4 anos e ainda está aí para as curvas (tirando os auscultadores). É pequenino e é por isso que gosto dele, os MP4 nunca me convenceram.
Etiquetas:
desastrada,
música
sexta-feira, 9 de abril de 2010
Desastrada
Cada um vem com um dom especial, dizem. Uns cozinham bem, outros são bons desportistas, outros têm jeito para desenhar. Eu faço merda! Fazer merda é uma arte, não é para qualquer um, principalmente com a intensidade, classe e frequência com que eu consigo fazer.
Eu sou desastrada, desengonçada, distraída, apressada, é lógico que isso me arranje muitas feridas, nódoas negras e esfolados pelo corpo.
Sempre fui desastrada, aqui me confesso e assumo o título: tropeço em qualquer coisa, deixo cair tudo ao chão, dou encontrões em tudo quanto é sítio, parto coisas...
Hoje estava com pressa para sair de casa que nem vejo a porta e vou mesmo é contra a parede, "outch, o meu ombro".
Estava a arrumar a cozinha com o meu MP3, que as tarefas domésticas só lá vão com música, o fio dos auscultadores prendeu numa gaveta e quase que fico sem orelhas.
Agora à noite estava a ir para o quarto tropecei em qualquer coisa e caí pelas escadas acima, é verdade, pelas escadas ACIMA, "Ai, ai as minhas canelas".
Mas cheguei a um ponto em que já estou anestesiada, já passei a achar natural e não ligo para estragos.
Eu sou desastrada, desengonçada, distraída, apressada, é lógico que isso me arranje muitas feridas, nódoas negras e esfolados pelo corpo.
Sempre fui desastrada, aqui me confesso e assumo o título: tropeço em qualquer coisa, deixo cair tudo ao chão, dou encontrões em tudo quanto é sítio, parto coisas...
Hoje estava com pressa para sair de casa que nem vejo a porta e vou mesmo é contra a parede, "outch, o meu ombro".
Estava a arrumar a cozinha com o meu MP3, que as tarefas domésticas só lá vão com música, o fio dos auscultadores prendeu numa gaveta e quase que fico sem orelhas.
Agora à noite estava a ir para o quarto tropecei em qualquer coisa e caí pelas escadas acima, é verdade, pelas escadas ACIMA, "Ai, ai as minhas canelas".
Mas cheguei a um ponto em que já estou anestesiada, já passei a achar natural e não ligo para estragos.
Etiquetas:
desastrada,
eu
Subscrever:
Mensagens (Atom)


