Não foi por ter ficado em último nos jogos de bowling, nos três. Não foi por ter partido uma unha, muito menos por ter gasto 9€.
Foi o facto de ter ouvido esta música e me lembrar que te vais embora em breve. Foi por não saber quando vamos voltar a ter uma tarde como esta, os três.
“Um dia, quando não estivermos juntos, mantém-me no teu coração, e eu vou ficar lá para sempre.” Winnie, The Pooh
P.S.: Eu sou o Piglet, o A. o Tiger e o P. o Pooh.
"A vantagem de ter péssima memória é divertir-se muitas vezes com as mesmas coisas boas como se fosse a primeira vez" - Friedrich Nietzsche
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sexta-feira, 15 de abril de 2011
quarta-feira, 15 de dezembro de 2010
Aperto no coração
Sinto-o assim pequenino, pequenino...
Queria poder dar-lhe um beijinho, abraçá-lo com força e dizer que tudo vai melhorar. Porque vai.
Dói no coração sentir que ele está triste e não o poder ajudar.
Só vou ficar melhor quando o vir amanhã.
Queria poder dar-lhe um beijinho, abraçá-lo com força e dizer que tudo vai melhorar. Porque vai.
Dói no coração sentir que ele está triste e não o poder ajudar.
Só vou ficar melhor quando o vir amanhã.
segunda-feira, 25 de outubro de 2010
O tal post*
Assusta quando, sem sabermos porquê, nos tiram o tapete.
Ficamos perdidos, e naqueles segundos antes de cairmos, ainda sem perceber bem o que se passou, só nos perguntamos porquê, o que é que aconteceu.
Tentamos analisar, tentamos recapitular, reconstruímos passos e momentos.
E não faz sentido, continua sem fazer sentido.
E numa tentativa que custe menos, deixamos o coração de lado e racionalizamos.
Mas temos que abrir o coração para o que venha. Tudo o que venha. Se abrimos para alegria e esperança, porque não para a decepção e tristeza?
E assim, com pedras vamos construindo os degraus que nos vão elevar àquilo que é suposto sermos.
Caímos, levantamos-nos e erguemos a cabeça.
* Da anticipação
Ficamos perdidos, e naqueles segundos antes de cairmos, ainda sem perceber bem o que se passou, só nos perguntamos porquê, o que é que aconteceu.
Tentamos analisar, tentamos recapitular, reconstruímos passos e momentos.
E não faz sentido, continua sem fazer sentido.
E numa tentativa que custe menos, deixamos o coração de lado e racionalizamos.
Mas temos que abrir o coração para o que venha. Tudo o que venha. Se abrimos para alegria e esperança, porque não para a decepção e tristeza?
E assim, com pedras vamos construindo os degraus que nos vão elevar àquilo que é suposto sermos.
Caímos, levantamos-nos e erguemos a cabeça.
* Da anticipação
domingo, 17 de outubro de 2010
Vazio
Nestes últimos tempos tenho dado conta do quanto estou emotiva e sensível. Qualquer coisa me deixa com um nó na garganta e vontade de chorar.
Tenho sentido tudo com muita intensidade.
Além disso, a sensação de ter muito e logo em seguida não ter nada, tem-me deixado bastante abalada. Ultimamente, tenho desejado coisas que são novas para mim, tenho tido a sensação de ter perdido algo que eu nunca tive e talvez nunca terei.
Tenho sentido tudo com muita intensidade.
Além disso, a sensação de ter muito e logo em seguida não ter nada, tem-me deixado bastante abalada. Ultimamente, tenho desejado coisas que são novas para mim, tenho tido a sensação de ter perdido algo que eu nunca tive e talvez nunca terei.
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