Resolvi ocultar o meu aniversário no Facebook.
Não é para dificultar a vida de ninguém, não me entendam mal. Se não houvesse Facebook, tenho a certeza que as pessoas se iam lembrar na mesma.
Eu gosto de carinho e atenção, de ser paparicada e querida. Só não quero ter a minha vida resumida a um mundo virtual. Prefiro abraços e beijos reais. Prefiro flores que posso cheirar, pessoas que posso abraçar, mãos que posso apertar, sorrisos que posso ver.
Prefiro Amor que sei que vai além de carateres.
"A vantagem de ter péssima memória é divertir-se muitas vezes com as mesmas coisas boas como se fosse a primeira vez" - Friedrich Nietzsche
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quinta-feira, 26 de julho de 2012
quinta-feira, 25 de agosto de 2011
Parabéns a mim
24 anos já cá cantam. Dizem que a partir dos 20 o tempo passa a correr, talvez porque temos mais noção que um dia haverá um fim, talvez porque estamos mais conscientes da própria noção de tempo.
Só sei que aos 24 eu tenho muita sorte. Tenho uma família presente e amorosa, uns amigos maravilhosos e um namorado me dá o que realmente é suposto: muito amor.
Com 24 anos já consegui perceber que a vida é muito boa e que o tempo não volta para trás, por isso este blog vai de férias e volta um dia destes.
Até lá, a sua dona estará ocupada a ser feliz.
Só sei que aos 24 eu tenho muita sorte. Tenho uma família presente e amorosa, uns amigos maravilhosos e um namorado me dá o que realmente é suposto: muito amor.
Com 24 anos já consegui perceber que a vida é muito boa e que o tempo não volta para trás, por isso este blog vai de férias e volta um dia destes.
Até lá, a sua dona estará ocupada a ser feliz.
segunda-feira, 20 de junho de 2011
Da procrastinação - Parte II
Não adiei mais. Não passou de hoje e eu estou contente.
Agora é esperar.
Da procrastinação
Sou uma procrastinadora por excelência.
Tomo uma decisão, digo que vou fazer e que não passa de hoje.
Depois adio, torno a adiar e arranjo desculpas para ainda não o ter feito.
Mas não é preguiça, é medo. Tenho medo de sair da minha zona de conforto, do não saber o que virá.
É estúpido, eu sei. Se não fizer, como vou saber?
E cá estou eu a procrastinar outra vez, para evitar sair de casa e fazer aquilo a que me propus.
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